KRG FISCAL

Você provavelmente paga imposto a mais. Todo mês.

Não é sonegação, não é brecha e não é risco. É que a estrutura tributária da maioria das operações foi desenhada quando a empresa vendia para a própria cidade — e nunca mais foi revista depois que a venda virou nacional. O KRG Fiscal analisa se existe economia legítima disponível no seu caso concreto.

27legislações estaduais diferentes no mesmo país
1análise feita sobre a sua operação real
+12anos operando venda interestadual
0promessa antes de olhar seus números

O QUE NINGUÉM CONTA

Por que ninguém olha isso na sua empresa.

Não é descuido nem incompetência. É que a otimização tributária de operação interestadual não é tarefa de ninguém, na prática.

Seu contador cuida da obrigação

Ele garante que a apuração está correta e a entrega está no prazo. Otimizar estrutura interestadual é outro trabalho, e raramente está no escopo dele.

A estrutura é antiga

Foi montada quando a empresa vendia local. A operação virou nacional e a estrutura tributária continuou igual.

São 27 legislações

Cada estado tem regra, alíquota e programa próprio. O que se aplica a um produto numa rota não se aplica a outro produto em outra.

O custo é invisível

Imposto pago a mais não aparece como prejuízo em lugar nenhum. Está diluído em cada nota, e por isso nunca vira pauta de reunião.

Documentos fiscais e calculadora sobre mesa de madeira escura

ANÁLISE CASO A CASO

Imposto pago a mais não gera alerta

Imagem gerada por IA

O MÉTODO

A resposta depende de variáveis que só a sua operação tem.

Não existe resposta pronta e desconfie de quem der uma. O que existe é um conjunto de variáveis que, combinadas, definem se há espaço legítimo de economia — e quanto. É isso que analisamos.

Variáveis que determinam a estrutura tributária de uma operação Seis variáveis combinadas definem o resultado: produto e NCM, origem do faturamento, destino da venda, onde o estoque está, nacional ou importado, e regime tributário. 1 Produto e NCM A classificação fiscal muda tudo. O mesmo móvel pode ter tratamento diferente. 2 Origem do faturamento De qual estado a nota sai — e se faz sentido que saia de lá. 3 Destino da venda Para onde você vende hoje e para onde pretende vender amanhã. 4 Onde o estoque está Armazenar em outro estado muda a rota fiscal — e não serve para todo caso. 5 Nacional ou importado Produto importado segue regra própria e abre ou fecha caminhos. 6 Regime tributário Simples, presumido ou real mudam completamente o que é possível. Nenhuma dessas variáveis responde sozinha. É a combinação delas, aplicada à sua operação real, que define se existe economia disponível e qual é o caminho legítimo para capturá-la. Por isso o trabalho é modelado caso a caso.
As seis variáveis que estruturam a análise tributária de uma operação interestadual

PROVA

Fazemos isso na nossa própria operação.

A Móvel na Caixa opera hoje com benefício fiscal ativo em uma das suas praças, dentro da própria estrutura descentralizada que mantemos há anos. Não é teoria lida em manual: é rotina que conduzimos, apuramos e defendemos todo mês.

Operação interestadual real, com nota saindo e imposto sendo apurado todos os meses
Estrutura montada em conjunto com contabilidade e validada na prática, não no papel
Conhecimento construído operando, não vendendo consultoria para os outros

O detalhe do que fazemos e onde fazemos é conversa de projeto, com quem contrata — não conteúdo de site.

O RISCO DE NÃO OLHAR

Imposto pago a mais não gera alerta em lugar nenhum.

Um erro de preço aparece na margem. Um erro de frete aparece no fechamento. Um erro de estrutura tributária não aparece: a apuração está correta, a entrega está no prazo e o valor pago está certo dentro da estrutura que existe.

O problema não é estar errado. É estar certo dentro de uma estrutura que poderia ser outra.

COMO COBRAMOS

Se você não economizar, nós também não ganhamos.

Parte da nossa remuneração é variável e atrelada à economia efetivamente gerada. É a forma mais honesta de estruturar esse trabalho — e resolve, de saída, a pergunta que todo cliente faz.

Interesse alinhado

Não ganhamos por entregar relatório. Ganhamos se a economia acontecer de verdade na sua apuração, mês a mês.

Nada de promessa antecipada

Não dizemos quanto você vai economizar antes de olhar sua operação. Se a análise concluir que não há espaço, essa é a resposta — e ela também tem valor.

Junto com a sua contabilidade

Não substituímos seu contador. Trabalhamos com ele, porque a execução e a manutenção da estrutura passam por quem já cuida da sua apuração.

ESCOPO

O que entra na consultoria.

Seis frentes, do levantamento da estrutura atual ao acompanhamento do resultado depois de implantado.

T01

Levantamento da estrutura atual

Regime, alíquotas praticadas, rotas de venda, origem do faturamento e onde o estoque está hoje.

T02

Análise de produto e classificação

Portfólio revisado por NCM e origem, identificando tratamentos distintos dentro do próprio catálogo.

T03

Mapeamento de alternativas

Quais caminhos legítimos existem para a sua combinação de produto, rota e regime — e quais não se aplicam.

T04

Simulação de cenários

Comparação entre a estrutura atual e as alternativas viáveis, com o impacto de cada uma sobre a operação.

T05

Plano de implantação

O que precisa ser feito, em que ordem, por quem, e quais os pré-requisitos operacionais e contábeis.

T06

Acompanhamento do resultado

Conferência da economia efetivamente realizada na apuração, junto com a sua contabilidade.

COMO FUNCIONA

Quatro etapas, sem calendário engessado.

O ritmo depende do tamanho do portfólio, do número de rotas de venda e da disponibilidade dos dados fiscais.

ETAPA 01

Levantamento

Acesso aos dados fiscais, ao catálogo e ao histórico de vendas por rota, junto com a sua contabilidade.

ETAPA 02

Análise

Cruzamento de produto, NCM, origem, destino e regime para identificar o que se aplica ao seu caso.

ETAPA 03

Cenários e decisão

Apresentação das alternativas viáveis, com impacto e pré-requisitos de cada uma. Você decide se segue.

ETAPA 04

Implantação e apuração

Execução do plano com a sua contabilidade e conferência da economia real na apuração.

ENTREGÁVEL

O que fica com você no fim.

Uma resposta fundamentada — mesmo que a resposta seja que não há o que mudar.

Laudo da estrutura tributária

Retrato da estrutura atual, rota a rota
Portfólio analisado por classificação e origem
Alternativas viáveis e alternativas descartadas, com o motivo

Plano de implantação

Passos, responsáveis e pré-requisitos de cada movimento
Impacto operacional de cada alternativa, não só o fiscal
Acompanhamento da economia efetivamente realizada

Para quem faz sentido

Quem já vende para outros estados e nunca revisou a estrutura tributária depois disso
Operação que está crescendo em volume interestadual e sente o imposto pesar
Quem está planejando armazenagem ou faturamento em outra praça

Para quem não faz

Quem procura brecha, atalho ou qualquer coisa fora da legislação
Quem vende apenas dentro do próprio estado, sem operação interestadual
Quem não pode ou não quer abrir dados fiscais e de faturamento

DÚVIDAS FREQUENTES

O que perguntam antes de contratar.

Não sabemos, e ninguém sério saberia antes de olhar sua operação. O resultado depende do seu produto, das suas rotas de venda, do seu regime e de onde está o seu estoque. Prometer percentual antes da análise seria vender expectativa, não trabalho.

O que garantimos é o método: se houver espaço legítimo, ele aparece na análise. Se não houver, você recebe essa resposta com o porquê.

Sim, e essa é a única forma como trabalhamos. Não existe brecha, atalho nem interpretação criativa aqui. Estados brasileiros mantêm programas e regimes próprios, previstos em legislação, e empresas se enquadram neles quando cumprem os requisitos.

Todo o trabalho é feito em conjunto com a sua contabilidade, que assina a apuração.

Não, e não faria sentido. Seu contador cuida da apuração e das obrigações; nós analisamos a estrutura sob a ótica de uma operação de e-commerce interestadual. São trabalhos diferentes e complementares — a implantação e a manutenção passam obrigatoriamente por ele.

Parte é fixa, referente à análise, e parte é variável, atrelada à economia efetivamente gerada e apurada. É a forma mais honesta de estruturar esse trabalho: se a economia não acontecer, nós também não ganhamos a parte variável.

Os percentuais e o prazo da parte variável são definidos na proposta, depois de entender o tamanho e a complexidade da operação.

Essa também é uma resposta útil, e acontece. Saber que sua estrutura já está adequada encerra uma dúvida cara e evita que você contrate promessa de terceiro. O laudo mostra o que foi analisado e por que cada alternativa foi descartada.

Não necessariamente, e essa é uma conclusão possível entre várias. Existem caminhos que envolvem onde o estoque fica, de onde a nota sai ou como o produto é classificado — e existem casos em que a melhor decisão é não mudar nada. A análise diz qual é o seu caso.

Cadastro de produtos com classificação fiscal, histórico de vendas por destino, apurações recentes e informações sobre onde o estoque está e de onde a nota sai. Tudo sob confidencialidade e em conjunto com a sua contabilidade.

Descubra se existe economia disponível no seu caso.

Preencha os cinco campos ao lado e a conversa começa no WhatsApp já com o contexto da sua operação.

Preencha nome, empresa, segmento e operação interestadual para continuar.

Nada é enviado para servidor nenhum. O botão apenas monta a mensagem e abre o WhatsApp no seu aparelho.